Historial de Actividades

No dia 11 de Maio, o Projecto teve inicio, tendo-se procedido à análise e discussão dos trabalhos nas instalações do COTArroz - Salvaterra de Magos, com representantes de todas as instituições parceiras (Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, Cotarroz, Orivarzea - Orizicultores do Ribatejo SA, António Madaleno Unipessoal Lda, António José Madaleno Unipessoal Lda). 


No campo experimental do COTArroz, efectuou-se ainda uma caracterização recorrendo-se a tecnicas de precisão e recorra de amostra de solos.

        

No dia 30 de Maio o Cotarroz, com o apoio técnico do INIAV, procedeu à sementeira dos genótipos de arroz destinados á biofortificação em selénio. Os genótipos foram dispostos no terreno em 3 blocos casualizados na região do Tejo, Salvaterra de Magos, nos campos experimentais do COTArroz - Centro Operativo e Tecnológico do Arroz. Cada talhão, um para cada genótipo, ocupa uma área de 9,6 m2 (1,2m de largura x 8m de comprimento). As ruas entre talhões têm 0,5m e as ruas entre cada bloco 1m. Nos extremos dos blocos semeou-se uma bordadura com o objectivo de assegurar condições de desenvolvimento uniformes para todos os genótipos em estudo, evitando assim o chamado “efeito de bordadura”. A sementeira do ensaio foi realizada com um semeador de ensaios de seis linhas. A densidade  de sementeira foi calculada para cada genótipo tendo em conta a percentagem de germinação e o peso de 1000 grãos  de modo a semear 600 grãos viáveis/m2. As técnicas culturais adoptadas na preparação do solo e sementeira foram as tradicionalmente utilizadas na cultura do arroz para a região. Este procedimento tem como objectivo que o desenvolvimento dos genótipos seja o mais próximo possível do que acontece com a grande cultura semeada pelos agricultores.

        

Aspecto geral do campo de ensaio no dia 25 de Junho (numa fase em que se irá dar inicio à monda).O canteiro está sem água para se poder completar a emergência e para que o trator possa iniciar o combate às infestantes.

    

Aspecto geral do campo de ensaio no dia 12 de Julho de 2018. As plantas de arroz encontram-se na fase fenológica de pleno afilhamento. Neste dia procedeu-se à recolha de água para subsequente determinações analíticas de indole laboratorial.

Entre os 23 e 27 de Julho efectuou-se a caracterização físico-química da água de irrigação, drenagem e dos canteiros de arroz, no Laboratório de Hidrogeoquímica do Departamento de Ciências da Terra. Neste enquadramento, analizaram-se parâmetros físicos e químicos da água, tais como: CE, pH, Eh, HCO3, Cl, PO4, NO3, NH4, Ca, Na, K e Mg.

    

No dia 25 de Julho efectuou-se a caracterização físico-química da água de irrigação, drenagem e dos canteiros de arroz, no Laboratório de Hidrogeoquímica do Departamento de Ciências da Terra, procedendo-se à análise de sulfatos.

    

No dia 25 de Julho efectuou-se uma deslocação ao campo experimental no COTArroz para análise do desenvolvimento das plantas de arroz submetido ao itinerário de biofortificação. Constatou-se que as plantas estavam em pleno afilhanemto.

  

No dia 26 Julho, no campo experimental do Cotarroz aplicou-se, nem imagens recolhidas nos dias 11 de Maio, um Software de processamento de imagem (Agisoft Photoscan) e um modelo digital terrestre em 3D. Este modelo é construído através de imagens RGB capturadas por uma câmara HD, presente no drone DJI Phantom 4 Pro. Desenvolveu-se ainda um mapa hipsométrico relativo às curvas de nível.

No dia 2 de Agosto efectuou-se uma deslocação ao campo experimental no COTArroz para análise do desenvolvimento das plantas de arroz submetido ao itinerário de biofortificação. Constatou-se que as plantas estavam na fase final do afilhanemto.

No dia 8 de Agosto efectuou-se uma deslocação ao campo experimental no COTArroz para análise do desenvolvimento das plantas de arroz submetido ao itinerário de biofortificação. Constatou-se que as plantas estavam no inicio da fase reprodutiva (visualizando-se alongamento dos caules e a panícula com os futuros grãos).

 

  

No dia 31 de Agosto efectuou-se, no COTArroz, a 1ª aplicação das diferentes concentrações de selénio na variedade tardia e a 2ª aplicação na variedade Ariete.

    

No dia 12 de Setembro procedeu-se à monitorização da cultura recorrendo-se à recolha de imagens para subsequente processamento (com recurso a drones) e à análise in vivo da fluorescência da clorofila e de trocas gasosas por infra-vermelho.